Missões

Exploração espacial

Quase tudo o que sabemos de perto veio de máquinas que não voltam.

Marte com a calota polar visível

A exploração planetária se organiza em quatro modos: sobrevoo, orbitador, aterrissador e retorno de amostras. Cada um responde a uma pergunta diferente. O sobrevoo descobre a forma, o orbitador mede a mudança ao longo do tempo, o pouso toca o solo e a amostra permite análise em laboratório.

Uma ordem útil

A Lua foi o primeiro laboratório. Marte recebeu a frota mais contínua. Os gigantes exigiram gravidade assistida e décadas de voo. O Kuiper pediu uma sonda leve e rápida, a New Horizons.

O que ainda falta

Urano e Netuno não têm orbitador próprio. Vênus voltou às agendas depois de décadas de intervalo. Oceanos internos, como os de Europa e Encélado, são o recorte de maior interesse atual.

Energia e distância

Longe do Sol, painéis solares perdem eficiência e as missões passam a depender de geradores térmicos de radioisótopos. A distância também impõe atrasos de comunicação de minutos a horas.

Ilustração das sondas Voyager e dos mundos externos
Voyager e os mundos externosIlustração das sondas Voyager e dos mundos externos · Don Davis
A Cassini entrando em órbita de Saturno, em ilustração da missão
Cassini em SaturnoA Cassini entrando em órbita de Saturno, em ilustração da missão · NASA/JPL
Autorretrato do rover Perseverance na cratera Jezero
Perseverance em MarteAutorretrato do rover Perseverance na cratera Jezero · NASA/JPL-Caltech

Continuar no guia